sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Felipe Dylon fala de sua estreia em série, internação, amor e 'dreads'

Sete quilos mais magro, sem os dread-locks e depois de superar o que ele chama de "uma fase conturbada", Felipe Dylon se prepara para voltar à TV no próximo dia 29, quando estreia Open Bar, no Multishow. Na série, Felipe - que chegou a ficar uma semana internado numa clínica psiquiátrica, em 2009 - será Vicente, um garoto namorador, que circula por todas as tribos.

Na vida real, Felipe também tentou mudar de tribo, ou pelo menos angariar fãs de outra praia. Com 23 anos, ele conta que colocou os dread-locks com o intuito de mudar a sua imagem e, assim, conquistar um novo público.

- Queria mudar a imagem de garoto de praia, mostrar que estava mais maduro - diz o cantor, que na mesma época chegou a engordar sete quilos. - Eu comia pizza direto, às vezes eram seis por semana. Mas depois eu cortei a pizza, entrei na academia e perdi tudo em um mês.

Feliz com a nova fase, Felipe revela que gostou de atuar e que tem planos de se casar com Mariana Fusco, atriz com quem ele contracenou em Open Bar e sua namorada há oito meses.

- Ela é a mulher da minha vida - declara-se.

"O Vicente é um personagem muito legal. Ele tem algumas namoradas na série mas também se dá bem com a rapaziada. Foi muito bacana rodar a série na Lapa, que é um lugar pelo qual eu tenho a maior consideração. Se me convidare de novo, vou querer atuar, sim".

Contracenar com ela (Mariana Fusco, sua namorada) me deu facilidade para lidar com os outros participantes de Open Bar. E foi engraçado vê-la em cenas com outro cara e não poder sentir ciúmes. A gente pensa em se casar, sim, fromar uma família. A Mariana é a mulher da minha vida".

"Eu coloquei os dread-locks para tentar mudar a minha imagem de garoto jovem, de praia. E engordei porque estava comendo muita pizza em casa. Às vezes, eram seis por semana. Isso já tinha acontecido comigo há um tempo, quando eu tinha uns 16 anos, e engordei. Mas depois eu entrei na academia, me emprenhei e perdi 7 kg em um mês".

"Não estava deprimido, não. Estava com pouco fero no sangue e por isso fiquei internado uma semana na NIP (clínica psiquiátrica na Barra da Tijuca). Foi uma fase conturbada, uma fase estranha da minha vida. Mas graças a Deus as portas voltaram a se abrir para mim".

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