Neste domingo, os bolas cheias e bolas murchas de cada mês vão passar por um crivo apertado: serão avaliados pelo Rei Pelé. É ele quem vai selecionar os três craques e os três perebas do ano que vão disputar a eleição popular no programa do dia 05 de dezembro.O apresentador do quadro Tadeu Schmidt não escondeu a felicidade de ter o melhor jogador de todos os tempos como jurado. “Uma honra! Um luxo! Encerrar o ano com o Rei do futebol é demais!”, afirmou. Se tratando de Pelé, a ideia da participação de vários jurados foi abandonada. “A gente não vai nem formar uma bancada. Afinal, palavra de Rei não pode ser contestada.O que ele decidir, está decidido”.
Para Tadeu, Pelé ter aceitado o convite é um termômetro do sucesso do quadro. “Isso mostra a simpatia que o Bola Cheia e Bola Murcha desperta nas pessoas. A gente sempre convida grandes personalidades, do esporte e de outras áreas, para eleger os campeões do mês. E todo mundo aceita na maior alegria. Isso me deixa profundamente feliz”, conta.
Como a maioria dos brasileiros, Tadeu é um grande fã de Pelé. Mas diz que o lance mais Bola Cheia do Rei do futebol não acabou em gol. ”Foi um drible que ele deu no Mazurkievski, goleiro uruguaio, na Copa de 70. Jogadas do Pelé já foram repetidas por outros jogadores, mas essa, por se tratar da parceria de um gênio com o acaso (que criou uma situação especial), jamais foi vista de novo. Mesmo a bola não tendo entrado, foi fantástico”, garante.
Mas como as partidas não são feitas só dos grandes lances, Tadeu também lembrou de uma deslizada do Rei do futebol. “Todo mundo tem um momento Bola Murcha, até o Pelé. Eu me lembro de ter visto um chute dele, nessa mesma Copa de 70, que mandou a bola para arquibancada, longe do gol. Acontece com todo mundo. O negócio é que acontece menos com os craques. E mesmo assim, eu não consigo lembrar de um lance dele que tenha sido muito Bola Murcha”, defende.
Nenhum comentário:
Postar um comentário