O convidado do Programa do Jô desta terça-feira, 9, que vai ao ar logo após o Jornal da Globo, a partir de 0h25, é o ator Selton Mello. Ele está no elenco do filme “Mulher Invisível” dirigido por Claudio Torres, onde atua ao lado de Luana Piovani, Vladimir Brichta, Fernanda Torres e Paulo Betti.- Aceitei o convite porque adoro o Claudio Torres. Enxerguei no filme a possibilidade de fazer humor e comover, pois ele é engraçado e, ao mesmo tempo, também fala de solidão – explica.
Selton ainda conta sobre como foi encarnar o protagonista o filme “Jean Charles”, o brasileiro assassinado pela polícia inglesa em um metrô de Londres em julho de 2005, após ser confundido com um terrorista.
- O que sabia sobre Jean Charles era o que todo mundo sabia. Era o cara que estava no lugar errado, na hora errada. Mas quem era esse cara? Fazendo o filme vi que a história dele era igual a de muitos brasileiros que tentam ganhar a vida em outro país.
Briga com a balança
Sem pudores, Selton Mello fala inclusive de um hábito que abandonou em nome da boa saúde.
- Na verdade, há muito tomo remédios para emagrecer. É uma coisa avassaladora e perigosa. Mas percebi que eu fazia isso para viver os personagens e deixava minha saúde de lado. Percebi que cuidava muito mais dos personagens do que de mim. Parei com isso.
- Na verdade, há muito tomo remédios para emagrecer. É uma coisa avassaladora e perigosa. Mas percebi que eu fazia isso para viver os personagens e deixava minha saúde de lado. Percebi que cuidava muito mais dos personagens do que de mim. Parei com isso.
Ele explica que, na época que gravou o filme “Jean Charles”, estava muito acima do peso, tinha parado de tomar os remédios e entrou em depressão.
- Foi uma época difícil. Tive muita insônia, fiquei deprimido, sentia falta do remédio. Posso mentir que engordei para fazer o Jean Charles, mas, na verdade, estava daquele jeito mesmo. Estava confuso com esta coisa de ser ator, achava que tudo que fazia era uma porcaria.
Fã de Roberto Carlos
Entre as revelações, ele conta que já foi cantor mirim e que é apaixonado por Roberto Carlos.
- Comecei aos oito anos como calouro infantil cantando Roberto Carlos. Aliás, sou fã dele. Acho que ele canta a poesia cotidiana de uma forma muito linda.
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