Após três meses de convivência com a equipe do Profissão Repórter - programa que a Rede Globo exibe todas as terças após o Casseta e Planeta -, fazendo reportagens em várias cidades do país e abordando diversos assuntos, o carioca Felipe Suhre diz que ainda está de adaptando.- Um dos meus desafios nesses três meses foi a mudança geográfica. Morar em São Paulo é bom, mas meus amigos e minha família estão no Rio de Janeiro. Viajo direto para encontrá-los.
Nesse tempo, o jovem repórter diz que já aprendeu muito, que está envolvido em todas as fases da reportagem e que já vê algumas mudanças, mas que ainda sente dificuldades.
- Eu sugiro a matéria, produzo, crio o roteiro, dou sugestões para a edição. Estou muito envolvido com tudo e sinto mudanças. O bacana é que eu me vejo na matéria, sei onde estão meus erros, as perguntas que deveria ter feito. A gente aprende muito. É a oportunidade que se tem para a autocrítica e para melhorar. Mas minha maior dificuldade ainda é fazer o roteiro.
Ele conta que a reportagem em que sentiu mais dificuldade foi recentemente, em Porto Alegre.
- Entrevistei uma mãe que tinha acabado de matar o filho. Ele era viciado em crack. Foi um momento delicado. Tive que ter cuidado em abordá-la, ganhar sua confiança. Aqui aprendi que temos que expor as pessoas o mínimo possível.
Troca de experiências é importante
- A gente conversa muito aqui, o dia a dia é muito produtivo. Os toques da equipe são muito importantes, todo mundo pensa o que é bom para o programa.
De acordo com ele, a convivência com Caco Barcellos é única.
- Todos sentem vontade de estar com o Caco (Barcellos) o tempo todo, cada frase que ele fala tem um valor imenso. Ele tem uma preocupação enorme com a equipe.
Por fim, o jovem repórter afirma que estar no Profissão Repórter significa sempre ter um novo desafio.
- Tudo aqui é um estímulo. Aqui o formato não é tão importante, e sim o conteúdo dentro do formato do programa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário